Segunda rodada do treinamento da Software Carpentry

Nessa quinta-feira aconteceu o segundo encontro do treinamento da Software Carpentry que estou fazendo. (Backup do pad aqui.)

Nesse segundo encontro tivemos que responder a três perguntas sobre as atividades desenvolvidas nas últimas duas semanas:

  1. Quanto tempo foi utilizando para produzir o mapa conceitual (tanto para a concepção como para produção)?

    Na média foram gastos 30 minutos.

  2. O que você aprendeu sobre o tópico do exerício?

    Muitos notaram que, muitas vezes, o que achamos ser muito básico requer conhecimentos ainda mais básicos e por isso é difícil preparar algo sem conhecer o seu público.

  3. O que você aprendeu sobre mapas conceituais pelos comentários?

    Sobre os mapas conceituais, alguns gostaram e pretende utilizá-los futuramente enquanto que outros não.

    O nível de detalhamento a ser inserido em um mapa conceitual também é algo não muito claro.

Depois dessa três perguntas, Greg perguntou que outras técnicas costumamos utilizar para organizar nosso conhecimento além de mapas conceituais, texto e slides.

Ele deixou para pesquisarmos sobre Understanding by Design, Learning by Design, Backward Instructional Design que até onde eu entendi é um conjunto de técnicas voltadas para o ensino focado no objetivo dos alunos aprenderem o conteúdo e serem capazes de aplicá-lo.

Greg também tentou fazer a distinção entre “summative assessment” e ” formative assessment”.

summative assessment
São exames voltados para mensuarar o quanto um indivíduo sabe de algum assunto. É a base para rankings, ...
formative assessment
São exames (normalmente qualitativos) voltados para reajustar as aulas seguintes com base no que os alunos aprenderam ou não. what I will teach you next, and what gaps do you personally have in your knowledge at this point.

Um tópico que surgiu foi porque “summative assessment” são utilizados. Greg disse que de tempos em tempos educadores retornam a essa pergunta sugerindo utilizar apenas “formative assessment” mas que nossa sociedade “precisa” de rankings e por isso logo os “summative assessment” retornam.